Seria comida japonesa o segredo da longevidade?

A longevidade na Terra do Sol Nascente é objeto de estudo em todo o mundo. Continuamente, o país registra que o número de idosos está em ascensão, com expectativa de vida girando em torno dos 83 anos.

Em partes, isso se deve à alimentação.

Anualmente, cada japonês consome, em média, 55 kg de peixes e frutos do mar. Está comprovado: esta dieta reduz o risco de morte por doenças cardíacas em 36%, além de melhorar o humor e prevenir alguns tipos de câncer e inflamações.

O ideal é, por semana, ingerir duas porções de peixes mais gordurosos, como atum ou salmão. Sempre que possível, prefira grelhá-los ou cozinhá-los no vapor.

Porém, nada de adicionar quilos de cream cheese para dar mais sabor!

No Japão, 100 mil toneladas (!) de algas marinhas são comercializadas ao longo de doze meses. Mais de vinte espécies diferentes são usadas para preparar receitas.

Cada xícara de algas contém até nove gramas de proteína. Alguns tipos abrangem níveis de potássio mais altos do que uma banana! O ingrediente também regula o estrogênio, minimizando os sintomas da TPM.

Alimentos fermentados fazem bem para você.

A culinária nipônica é rica em verduras e legumes em conserva (também conhecidos como tsukemono), molho de soja, missô e nattō. Para obtê-los, o processo de fermentação é fundamental.

O fungo kōji é unanimidade entre os comes e bebes. Sua maturação é realizada em ambiente a 50º C. Ele pode ser misturado a arroz cozido, batata, trigo ou soja, por exemplo. Alimentos fermentados são mais fáceis de digerir e, também, fortalecem o sistema imunológico.